Agrária forma primeira turma de agentes de acolhimento para vítimas de violência contra mulher

19/05/2026

No final de 2025 a Cooperativa Agrária começou sua preparação para pleitear o Selo Nós por Elas. A certificação é uma iniciativa do Instituto Nós por Elas e da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas, e tem como objetivo o combate à violência contra mulher e a criação de ambientes de trabalho que ofereçam igualdade de oportunidades entre os gêneros.

No dia 12 de maio a Agrária deu um importante passo nesse sentido, com a realização do Workshop Violência Doméstica Contra Mulher: Impactos no Ambiente de Trabalho e Como Lidar. O treinamento foi ministrado pela psicóloga Graciela de Castro e contou com a participação de 21 colaboradores, que, a partir de agora, podem atuar com agentes de acolhimento, prestando orientações a mulheres inseridas na estrutura da Cooperativa e que sofram algum tipo de violência doméstica. “Conhecemos a certificação Nós por Elas durante um evento da OCEPAR (Sindicato e Organizações das Cooperativas do Estado do Paraná) que aconteceu aqui na Agrária. Entendemos a importância de ações de combate e prevenção à violência contra a mulher e acreditamos que é nosso papel atuar em causas que envolvem toda sociedade”, afirmou Andreia Partata, coordenadora de Gestão da Qualidade.

Durante o workshop, os participantes conheceram quais os tipos de violência doméstica as mulheres podem estar sujeitas – psicológica, moral, sexual, patrimonial e física -, como funciona o ciclo de violência dentro de um relacionamento e de que forma as mulheres que passam por esses tipos de agressão podem ser acolhidas e aconselhadas. Para ilustrar as situações, a psicóloga Graciela de Castro compartilhou sua própria experiência em um relacionamento abusivo que durou 12 anos. “O feminicídio nunca é uma surpresa para a vítima. Falar sobre isso é difícil, mas faço com amor, porque a violência contra mulher, na maioria das vezes, está próxima de nós e não percebemos”, declarou. 


Dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no último mês de março apontam que, em 2025, os casos de feminicídio no Brasil cresceram 4,7% em comparação ao ano anterior. A estatística ainda mostra que a cada dez feminicídios, oito são cometidos por parceiros ou ex-companheiros das vítimas. “Situações de violência contra mulher são muito sensíveis. Percebemos que o mais difícil para a mulher é procurar ajuda, por isso, queremos ter aqui na Agrária um ambiente empático, preparado para esse acolhimento”, ressaltou Elisabeth Stader, Gerente Administrativa e Financeira da Cooperativa.

Os colaboradores formados pelo Workshop Violência Doméstica Contra Mulher: Impactos no Ambiente de Trabalho e Como Lidar são: Alexia Tainah (Marketing), Alfredo Wendler Júnior (Gestão da Governança), Andreia Partata (Gestão da Qualidade), Bárbara Miranda (Marketing), Camila Malamin (Gestão da Qualidade), Clarissa Wetzel de Oliveira (Fundação Cultural Suábio-Brasileira), Claudiane Oliveira (Hospital Semmelweis), Dantiele de Oliveira (Suprimentos), Elisabeth Stader (Gerência Administrativa e Financeira), Erika Ramos (Gestão da Qualidade), Fernanda Santos (Lar de Idosos Nossa Senhora de Lurdes), Franciele Pauletti (Maltaria Campos Gerais), Gabriela Vieira da Silva (Financieiro), Goreti Machado (Unidade Pinhão), Jaqueline Machado (SSMA), Lucas de Souza (SSMA/ Unidade Guarapuava), Marina Jungues (Maltaria Campos GERAIS), Narjara Dittert (SSMA), Rayane Vendrame (Qualidade Assegurada), Sabrina Alves (Agrária Sementes), Viviana Carneiro de Mello (Gerência Industrial).

A Agrária reforça que em casos de violência contra mulher deve ser acionada a Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180.      



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