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30/10/2019 Giros Técnicos proporcionam troca de experiências e novos conhecimentos a cooperados

Neste mês de outubro aconteceram os Giros Técnicos de Culturas de Inverno. As atividades foram realizadas nos dias 10 e 22, contando com 92 participantes na primeira data e 81 na segunda. No dia 10, foram visitadas a Fazenda Fundo Grande e a Fazenda Guarani, localizadas no Pinhão. Já no dia 22, as ações começaram na FAPA – Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária -  e, posteriormente, o grupo deslocou-se para a Fazenda Rodeio e a Fazenda Murakami, no Candói.  

Com foco em cevada e trigo, os pesquisadores da FAPA conduziram os Giros Técnicos abordando temas como o manejo de culturas e controle de doenças. Para exemplificar os conteúdos, foram observados ensaios e faixas de cultivo. 


Alex Junior Klein é um dos administradores do Grupo Santa Clara, que pertence à Hermine Leh e filhos, proprietário da Fazenda Rodeio. O local recebe com frequência atividades promovidas pela FAPA, o que, segundo Klein, é bastante benéfico para o desenvolvimento das culturas dentro da propriedade. “Nossa meta é sempre o aumento da produtividade e a diminuição dos custos. Esta troca de experiências com os especialistas e com outros produtores, aliada aos trabalhos de campo, nos auxilia e traz bons resultados para nós e para a Agrária”, avalia.


Michael Remlinger, cooperado e trainee na Agrária, acompanhou a atividade ao lado de seu pai, o também cooperado Estefano Remlinger. Para ele,  o evento ajuda os pesquisadores no processo de repasse das informações e oferece aos cooperados a oportunidade de constatar o resultado dos experimentos na prática. “Esta metodologia de explicação permite uma compreensão muito maior por parte do cooperado, incentivando a realizar adequações que tragam resultados para a propriedade. No nosso caso, discutimos a introdução da nova cultivar de cevada para próxima safra e a realização de ajustes pontuais de manejo”, conta.   

A cooperada Hildegard Abt considera a atividade uma forma de mostrar a relevância dos investimentos efetuados pela Agrária na FAPA. Além disso, em sua opinião, o Giro Técnico funciona como uma ferramenta para reciclar o conhecimento sobre as culturas. “Há alguns anos não plantamos cevada e trigo. Decidi participar do Giro Técnico porque pretendo retomar essas culturas e, para isso, é necessário adquirir novos conhecimentos”, enfatiza.  



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